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Anos de lutas pelos direitos dos Estudantes

 

     A UNIÃO DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS DO AMAZONAS (UESA), foi fundada em 13 de janeiro de 1952, em sessão solene realizada com representantes de várias escolas reunidos em Congresso realizado no Teatro Amazonas.

     A UESA que teve como seu primeiro presidente o então estudante, Aníbal Teixeira, que mais tarde chegou a ser ministro do Planejamento do Governo José Sarney, se organizava sob lideranças de estudantes como Milton Cordeiro (atual diretor da Rede Amazônica), Dantas Brito (hoje jornalista), Plínio Coêlho Júnior, Aguinelo Balbi, Euripedes Lins, e mais tarde de outros como a sua primeira presidenta e então estudante do IEA, Tarcila Mendes (atual primeira dama do Estado), Robério Braga (atual Secretário Estadual de Cultura), entre outros.  Sua primeira Sede passou a funcionar junto à Sede da entidade universitária estadual, a UEA (União dos Estudantes do Amazonas) que na época ficava situada na Rua Barroso, Centro de Manaus, ao lado da Casa do Estudante.

     A UESA lutou pela melhoria do atendimento aos estudantes durante as décadas de 50 e 60, prova disso é que quando não queriam aceitar a Meia Entrada para estudantes no então Cinema Odeon (Edifício Manaus Shopping Center – Rua Saldanha Marinho esquina com a Avenida Eduardo Ribeiro), os estudantes revoltados sob a liderança da UESA  incendiaram o próprio, isto tudo por volta de 1956.

     A UESA também lutou contra a ditadura militar, sofreu perseguições, teve todos seus grêmios no Amazonas dissolvidos, assim como a própria entidade foi proibida de funcionar visto que a Sede da Rua Barroso foi fechada em 1967, e depois demolida, sendo naquela época seu presidente Edson Oliveira, que posteriormente tornou-se presidente da OAB-AM.

     Somente em 1981, os estudantes sentiram-se fortes com a reativação da UNE e da UBES no sul do país, para aqui no Amazonas reativar a UESA, e fizeram isso com uma bandeira de luta, queriam e conquistaram a Meia Passagem (passe estudantil) nos transportes coletivos urbanos.  Foi após um quebra-quebra de ônibus pelos estudantes, muita perseguição e tortura pela PM que obrigava os estudantes a se refugiarem na torre da Igreja São Sebastião que  pressionado o governador da época, José Lindoso e o seu prefeito José Fernandes autorizaram em maio de 1980 a liberação do passe estudantil que permanece até hoje uma conquista da UESA.

     O primeiro presidente após a reativação da UESA em 1981, foi Vicente Filizola (hoje dirigente regional do PDT) de 81 à 82.

     Seguindo-se de Francisco Sávio, da tendência comunista, que administrou de 83 à 84, foi ele o primeiro presidente eleito diretamente nas escolas e não em Congresso.

     Assumiu depois, Lindalva Rocha, de 84 à 85 encerrando o ciclo comunista da UESA.

     No XXII Congresso da entidade realizado no dia 1.º de novembro de 1986, assumiu um novo grupo liderado pelo vice-presidente da UBES, Ícaro Moreno, então foi eleita a Chapa Revolução encabeçada por Emanuel Bindá, começando um novo ciclo de atrelamento político da UESA aos governantes do Amazonas, Bindá ficou na direção da UESA por dois mandatos sendo o primeiro de 1986/87, e no XXIII Congresso, ficando de 1987/89, sendo que nesse período a gestão passou a ser de dois anos, durante seu mandato conseguiu realizar além da reativação de vários grêmios, a fundação de diversas uniões municipais, como é o caso da União dos Estudantes Secundaristas de Itacoatiara, em 26 de março de 1987.

     Seguiu-se dele o estudante Airton Carvalho, também do mesmo grupo, que apesar do atrelamento, conseguiu a aprovação do aumento do número de passes estudantis que podem ser vendidos, de 60 para 120, assim como a eleição direta para diretores de escolas públicas na Constituição Estadual, Airton presidiu a entidade no período de 1989 à 1991, tendo sido eleito no XXIV Congresso Estadual da entidade.

     Em novembro de 1991, durante o XXV, o grupo político que dirigia a UESA começou a enfraquecer, a oposição se fortalecia, mas não conseguiu tomar a entidade por seu sectarismo partidário.  Foi eleito presidente da UESA, Alcimar Pinheiro e seu vice Roberto Amorim.  Contudo, Alcimar renunciou a entidade no ano seguinte para sair candidato à vereador, assumindo a entidade Roberto Amorim, que em 1993 recebeu 1 bilhão de cruzeiros da Prefeitura de Manaus, para realizar atividades com os estudantes e estruturar a entidade.  Em seguida a entidade entrou em fase de abandono e decadência.  Ainda em setembro de 1993, quando houve uma tentativa frustada da diretoria da UESA de realizar o XXVI Congresso da entidade, que acabou não ocorrendo, por não ter o apoio dos estudantes.  Encerrava-se assim o ciclo de alinhamento político da UESA aos governantes.

     A UESA a partir de setembro de 1993 passou os anos de 94, 95 e quase todo o ano de 96 desativada, isto é sem diretoria e atividades.  Sendo assim a UEA (União dos Estudantes do Amazonas) atual entidade universitária estadual, incentivou os estudantes secundaristas a se mobilizarem para a reativação e reorganização da UESA, e foi assim que realizou-se nos termos do Estatuto da UESA, resgatado o Conselho Estadual de Entidades de Bases (CEEBs), contando com a participação de representantes de várias escolas e grêmios ou comissões Pró-Grêmio, que decidiram no dia 11 de dezembro de 1996, reativar a UESA, graças a iniciativa do seu então ativista e Conselheiro Geral, Mário Lúcio da Silva, que indicou para dirigir a entidade uma Comissão constituída pelos estudantes Hissa Nagib Abrahão Filho (La Salle) e Antonio Gonçalves de Almeida Filho (Centro Supletivo da Seduc), que exerceram a presidência da UESA, voltando a entidade a funcionar junto à Sede da entidade UEA, localizada na Av. Eduardo Ribeiro, 906 (altos) - Centro (próxima a Pça. do Congresso).

     Entre as realizações destas gestões foi lançada uma ampla campanha de reestruturação e criação dos Grêmios Estudantis e das Uniões Municipais e Metropolitanas, já entrou com uma Representação na justiça pela devolução dos valores cobrados a mais na taxa do vestibular da Universidade do Amazonas.

     Em 26 de janeiro de 1998, foram escolhidos pelos Grêmios filiados os membros da nova Diretoria, assumindo a administração da UESA, o estudante Mário Lúcio da Silva (aluno do Colégio Normal Ajuricaba), que juntamente com outros estudantes promoveram atos pela redução da Taxa de Inscrição do Vestibular da Universidade do Amazonas, ingressaram e ganharam um Mandado de Segurança contra a Secretaria Estadual de Educação, assegurando assim o fim do Mini-Vestibular para acesso às escolas públicas de nível médio, também atuaram em fiscalização ao cumprimento da Lei da Meia-Entrada, difundiram e organizaram diversas Comissões Pró-Grêmios nas Escolas de Manaus.

     Em 2000, esta diretoria foi renovada ingressando novos membros, e tendo como principal luta a redução da taxa do vestibular na Universidade do Amazonas e a criação de Grêmios entre eles o da Escola Benjamin Constant e o da Escola Simon Bolivar, além da luta incessante para a modificação da lei da meia-entrada.

     Em 2001, como principal vitória da UESA está a nova lei da meia-entrada, elaborada pela entidade em conjunto com a UEA (União dos Estudantes do Amazonas), e que garantiu de forma definitiva que todos os shows artísticos somente poderão ter licença se mandarem fazer ingressos para os estudantes.  Além disso mais recente a UESA também entrou na justiça para garantir o direito dos pré-vestibulandos e cursinhos a continuar pagando a meia-passagem no ônibus, direito esse também garantido na modificação atual da lei, beneficiando assim cerca de 50 mil estudantes.

     No dia 14 de novembro de 2001, a UESA realizou no Ginásio Monsenhor Francisco Pinto, na Escola Estadual Estelita Tapajós, o XXVI Congresso Estadual dos Estudantes Secundaristas (UESA), com a participação de diversos grêmios estudantis filiados à entidade, ocasião em que foi aprovado o seu plano de trabalho, suas posições políticas, educacionais e estudantis, além da escolha de sua nova diretoria, que mantém como presidente, Mário Lúcio da Silva, então aluno de magistério do Colégio Normal Ajuricaba.  

     A partir desse congresso a UESA dinamizou a organização de grêmios estudantis nas escolas, e a realização de cursos gratuitos e palestras nas escolas públicas estaduais.  Possuindo cerca de 60 (sessenta) grêmios em atividade em Manaus, filiados à UESA, a entidade promoveu em 12 de novembro de 2004, seu XXVII Congresso, reunindo lideranças e aprovando sua plataforma de trabalho, além de reeleger Mário Lúcio, na sua terceira gestão, tendo se destacado neste ano por estender a meia entrada para o interior do Estado do Amazonas.

    No XXVIII Congresso realizado em 14 de novembro de 2007, que elegeu o estudante Mário Lúcio, para um quarto mandato, tendo durante este período se destacado pela realização do Projeto Oficinas do Saber que qualificou profissionalmente e gratuitamente mais de 3 mil jovens e adultos, e pela garantia da compra de até 120 meias passagens estudantis, através de uma ação na justiça que barrou a modificação na lei orgânica de Manaus garantindo este direito.

     Finalmente, em 2010, no XXIX Congresso da UESA, os estudantes e delegados das diversas escolas, definiram novas lutas para a entidade e reconduziram mais uma vez o atual presidente Mário Lúcio que segue acompanhado do seu vice-presidente, Alexandre Gabriel, para um novo mandato de 3 anos.       Já no ano de 2012 a UESA completa seus 60 anos de existência e em 2013 foi realizado o XXX Congresso da UESA e em 2016 o XXXI Congresso Estadual dos Estudantes Secundaristas -CEES que manteve a luta pela ampliação do PRONATEC e pelas discussões e efetivação dos Planos Nacional, Estadual e Municipais de Educação (PNE, PEE e PME), além de escolher os novoe gestores da entidade.

     Já no ano de 2016, entre as polêmicas da Reforma do Ensino Médio e o teto de gastos nos investimentos públicos, especialmente em educação, foi realizado o XXXI CEES (Congresso Estadual da UESA), com abertura na Sede Estadual da entidade, que aprovou as novas diretrizes da entidade para o próximo triênio, reconduzindo na presidência o estudante do curso técnico em transações imobiliárias do CEPI Interdígitus Educação Profissional, Mário Lúcio, no comando da UESA e mudança em praticamente toda sua diretoria executiva.

       No ano de 2017, a UESA (União dos Estudantes Secundarista do Amazonas) vai dar início a uma série de lutas que vão da organização estudantil até o debate sobre a reforma do ensino médio.

        

 

            

            

 
 

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